quinta-feira, 10 de setembro de 2009

ah o amor, que há tempos não sentia.
aquela vontade de ficar perto,
aquele sentimento de querer bem,
aquela vontade de deixar o gosto da saliva pra sempre na boca.
aquela vontade de ficar ali, parado, observando prédios.
aquela vontade de não trocar aquilo por nada, nada mesmo.
aqueles planos pro futuro, ter filhos cabeludos e envelhecer juntos.
aquele medo de falar besteira, e acabar falando besteira por isso.
aquela risada sincera, depois de uma piada ridícula.
aquela barraca de pêras.
aquela música velha.
aquela cabeça no ombro.
aquele tróleibus confortável.

"eu não atravesso prédios, mas se quiser me dar a mão mesmo assim..."

2 comentários:

Penélope Horvath Boriero disse...

É tão lindo *_*

Filipe F. Bonita disse...

gostei dos textos!!! parabens!..da uma entrada lá no blog.!
Ps.: Seguindoooo...